André Luis Soares: a rentabilidade da permacultura – Tedx

Por Natália Garcia
COLABORAÇÃO PARA A SUPERINTERESSANTE

Sem um tostão no bolso, o jovem André Luís Soares colocou a mochila nas costas e saiu pelo mundo em busca de inspiração. Em um percurso obstinado por 50 países foi parar na Austrália, onde tomou conhecimento sobre permacultura e cultura de permanência, projetos que implicam no planejamento, implantação e manutenção conscientes de ecossistemas produtivos. Sua vida nunca mais foi a mesma. Ainda na terra dos cangurus, fundou o Instituto de Permacultura em Queensland e, em 1997, retornou ao Brasil para trabalhar no programa da ONU para o desenvolvimento sustentável.

Foi da experiência vivendo em uma favela em Brasília, divulgando soluções para problemas de alimentação, energia, saneamento e habitação, que surgiu o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado em Pirinópolis, Goiás, centro de pesquisa que estuda com afinco novas possibilidades de conscientizar a equação população e meio ambiente no Brasil e no mundo. Hoje, uma das 50 pessoas mais influentes do país quando o assunto é meio-ambiente e permacultura, o ambientalista deixa sua marca em projetos como a Fundação Avina e a Ecovila Santa Branca, dando continuidade à busca iniciada anos atrás de encontrar um novo jeito de viver no mundo.

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